Falar sobre gerações é chave no momento em que estamos e buscar um entendimento mais amplo de como podemos abordar este tema do ponto de vista organizacional é fundamental para o sucesso do atual e futuro gerenciamento de pessoas.
Para uma maior clareza sobre o que significa este tema, é importante termos em mente as diferentes gerações que estão sendo classificadas. Existem variações nas datas e nomenclaturas, dependendo dos autores e estudiosos. O mais relevante é, no entanto, que todas convivem nas organizações.Desta forma, faço a seguinte classificação:
Veteranos / Tradicionalistas – nascidos antes de 1947 
Baby boomers – nascidos de 1947 a 1965
X – nascidos de 1966 a 1982
Y – nascidos de 1983 a 1992
A – nascidos a partir de 1993
Essa geração comunica-se por IM, por Twitter, usam o Orkut, Facebook e outras centenas de sistemas para criar e manter suas redes de relacionamento. Praticamente não usam o email, porque acham complicado e “dá muito trabalho”. Afinal, a comunicação para eles deve ser instantânea.
No gerenciamento do dia a dia, teremos que nos tornar “Gerente Circense”, para que sejamos cool e adotemos posturas que os As passem a admirar. Os gerentes terão que adotar um padrão de comportamento com reações muito mais rápidas e situacionais, visando estabelecer muito mais uma relação de respeito e admiração do que hierárquica.
Estudar e analisar as gerações que convivem na atualidade, suas características e interações é de suma importância para as organizações. Assim ocorre com a Geração A, que em breve fará sua entrada no meio profissional e trará consigo novos desafios no gerenciamento das pessoas. Fica a pergunta: será que a Geração “B” já nasceu?
Artigo escrito por Paulo Amorim é diretor de RH da Dell Brasil e publicado na Revista VocêRH
terça-feira, 22 de junho de 2010
Geração A: Você está preparado(a)?
terça-feira, 1 de junho de 2010
Desemprego - Como Lidar com Ele

Albert Einstein
A falta do emprego pode representar inúmeras perdas e rupturas, envolvendo até mesmo as estruturas familiares e sociais.
Não deixe o desespero atingir sua auto-estima. Valorize suas preferências e não aceite qualquer oferta achando que isto lhe trará alegrias, pois é exatamente o contrário, a infelicidade aparecerá primeiro.
O cansaço às vezes bate à porta. De novo, não desanime. Exercícios físicos ou meditação trazem retornos de ânimo e adrenalina ao corpo.
Não sinta pena de si, isso só lhe trará um retardo. Enquanto você está de pijama o dia todo, assistindo televisão e com aquela sensação de “coitadinho”, as oportunidades estão sendo agarradas por outros.
Não se deixe desiludir com algumas situações que aparentemente não deram certo. Cada tentativa deve ser encarada como um aprendizado para melhorar cada vez mais.
Mantenha sempre o bom humor. Baixo astral e negativismo não trazem bons resultados. Procure não usar palavras negativas, pois as mesmas são magnetizadoras. Por exemplo, ao invés de dizer “azar”, diga “falta de sorte”. A palavra “sorte”, apesar da palavra “falta” antes da mesma, é mais motivadora do que a palavra “azar”.
MÃOS À OBRA (quem fica parado é poste – mexa-se!)
Se acha que o emprego cairá do céu, tire seu cavalinho da chuva. Agora, mais do que nunca, só dependerá de você a procura por uma nova oportunidade. Dedique pelo menos 6 horas por dia para a procura, seja ela com candidaturas nas ofertas de emprego ou na sua rede de contatos.
Atualize urgentemente seu Curriculum – Tire a poeira, faça um retrocesso mental e lembre-se de todas as atividades/cursos que realizou recentemente e mencione-as.
Aproveite o tempo disponível para fazer cursos de formação, trabalhos voluntários. Não causa boa impressão o fato de ficar muito tempo ociosa.
Com as redes sociais em alta, o importante é SER VISTA. Envie mensagens para sua rede de que esta à procura de trabalho e contate todos seus amigos. Cadastre seu CV em consultorias de RH e em empresas-alvo de seu objetivo. Se puder pagar pela ajuda de um profissional, procure uma Orientação de Carreira que lhe ajudará bastante na redação de seu CV, na reflexão de seus objetivos e até mesmo na auto-análise de suas competências e habilidades profissionais.
Somente se candidate à vaga se o perfil solicitado couber na sua experiência. Mentir pode lhe trazer os piores resultados.
Por último, durma bem e alimente-se adequadamente, principalmente nesta fase em que você tem mais tempo, pois isso lhe trará uma melhor disposição física e mental.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
NOTA FISCAL PAULISTA
Agora ficou mais fácil pedir a NF Paulista.Cartão da Nota Fiscal Paulista, um aliado na hora de pedir a sua nota fiscal com CPF e aproveitar todos os benefícios do programa. Para utilizar é fácil:
Imprima seu cartão na melhor resolução disponível. Recorte e dobre onde indicado. Se preferir, plastifique seu cartão. Pronto! Seu cartão da Nota Fiscal Paulista está pronto para ser usado. Sem burocracia e sem complicação.
USAR O SEU CARTÃO DA NOTA FISCAL PAULISTA
O cartão da Nota Fiscal Paulista pode ser usado em todas as suas compras. Ele facilita na hora de informar o CPF ou CNPJ, porque já traz o seu número impresso. Em muitos estabelecimentos, o caixa poderá utilizar o leitor de código de barras para registrar seu CPF, dispensando a digitação. É mais agilidade e segurança para você.
Se você fizer compras em estabelecimentos onde o leitor não estiver disponível ou não houver compatibilidade com o código, não tem problema: é só o lojista digitar normalmente o número que está no cartão.
Mas atenção:O seu cartão da Nota Fiscal Paulista não vale como documento. Ele também não permite fazer pagamentos e não serve como cartão de banco. É apenas um lembrete para que você informe seu CPF no momento da compra e serve para facilitar o processo, evitando que você tenha que dizer seu número.
A Nota Fiscal Paulista é parte do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do governo do Estado de São Paulo e reduz, de fato, a carga tributária individual dos cidadãos, que recebem créditos ao efetuarem compras de mercadorias em São Paulo. Parte do imposto recolhido pelo estabelecimento é devolvida a quem informar o CPF ou CNPJ. Além disso, dá prêmios mensais a 1,5 milhão de bilhetes eletrônicos sorteados. Ao todo, R$ 17 milhões são distribuídos todos os meses.
http://www.nfp.fazenda.sp.gov.br/
domingo, 23 de maio de 2010
DEZ SINAIS DE QUE VOCÊ PODE SER O PRÓXIMO A SER DEMITIDO
Após ler a matéria abaixo no portal da Revista Exame, achei p
or bem divulgar as dicas para aqueles que se acham “ativo fixo” ou aqueles que não fazem idéia que podem estar na “lista vermelha” dos que podem ser “cortados”.
Fonte: Portal Exame
Problemas financeiros estão entre as principais razões para a demissão de executivos. Atentar para esses indícios pode ser o primeiro passo para virar o jogo. Depois de mudanças corporativas, problemas de relacionamento lideram a lista de razões para demissões. Depois de mudanças corporativas, problemas de relacionamento lideram a lista de razões para demissões.
Por mais repentino que pareça, o processo de demissão sempre é anterior à cortante frase "não precisamos mais dos seus serviços". Os convites para reuniões ou tomadas importantes de decisão cessam e a pressão e os desentendimentos aumentam. É um período tenso. E as consultorias de recursos humanos não poderiam ser mais certeiras ao definir boa parte desses casos como o tempo da "fritura".
"É quando você começa a sentir fumaça. Acontecem situações que levam a pessoa para a marca do pênalti", diz José Augusto Minarelli, presidente da consultoria de outplacement Lens&Miranelli. "Trata-se de um processo lento de queimar o profissional para descartá-lo do grupo". O peso desse processo, contudo, não é regra para todas as companhias. Mesmo assim, "o chefe irá deixar transparecer alguns sinais", diz Iaci Rios, consultora da DBM.
Evidentemente, não está nos planos de nenhum profissional encarar este cenário. Apesar do tom sombrio, é preciso lembrar que todos estão sujeitos a isso. Para não ser pego de surpresa, o conselho dos especialistas é ficar atento aos sinais. Reconhecer as evidências de que seus dias na empresa podem estar contados pode ser a primeira estratégia para salvar o emprego ou dar uma guinada de mestre na sua carreira.
1. A companhia foi ou será vendida
Se a empresa está sendo vendida ou passou por um processo de fusão, fique atento. Este pode ser o primeiro indício de que seu emprego está em risco.
De acordo com Minarelli, mudanças corporativas como estas estão por traz de boa parte das demissões de executivos brasileiros. "O vendedor, geralmente, enxuga as estruturas para tornar a companhia mais leve e atraente para o comprador", diz. Quando duas empresas se unem, por sua vez, é comum que algumas vagas sejam suprimidas. "Neste caso, é importante atentar se há duplicidade de cargos", afirma o presidente. "Se seu histórico dentro da empresa for bom, os riscos são menores", afirma Iaci.
2. Problemas financeiros
O tempo de vacas magras dentro das companhias é outro fator crítico para o desligamento de funcionários. O fim do contrato com um cliente importante ou a diminuição dos lucros, por exemplo, demanda uma atenção redobrada com a carreira. Cortes de pessoal ficam mais comuns em períodos de crise. Se o rombo nas contas for muito grande, pesa sempre o custo-benefício. E a equação algumas vezes é perversa: se é possível pagar menos pelo mesmo tipo de serviço, recorre-se ao valor mais em conta.
3. Conflitos de relacionamento
Iaci, da DBM, calcula que, depois de questões ligadas às mudanças na estrutura corporativa, mais da metade dos casos de demissão assistidos pela consultoria têm relação com algum problema de relacionamento. "Acaba a química", diz. Isso não significa, contudo, que qualquer desentendimento esporádico já é motivo para ficar de cabelo em pé. A "falta de química" só pode ser notada ao longo do tempo. "As companhias desejam uma atitude positiva, colaborativa do funcionário. Se a pessoa é do contra, só faz o que é de sua responsabilidade e fermenta um mal-estar na equipe, é um forte candidato para ser demitido", afirma Minarelli.
4. Não cumpre as metas
Outro fator que pode acabar com uma história de amor entre empresa e funcionário é quando esse não consegue atingir as expectativas da companhia por meses consecutivos. As avaliações de desempenho, feitas, geralmente, a cada quatro meses, são bons indicativos disso. De acordo com Minarelli, se por duas ou três vezes você não entregou os resultados previstos, prepare-se para alguma punição.
5. Pressão dos superiores
A atitude do chefe sempre é um ótimo termômetro para avaliar o quanto seu emprego está em risco. Quando as broncas e a pressão sobre seu trabalho aumentam, é sinal de que, por alguma razão, seus serviços ou perfil já não são mais coerentes com as expectativas da empresa. "Geralmente, a chefia opta por pressionar o funcionário para que ele saia espontaneamente", diz Minarelli.
6. Desrespeito à hierarquia
Se seus superiores começam a dar ordens diretamente para seus subordinados (sem conversar com você antes), previna-se. O tempo de fritura pode ter alcançado sua carreira. Há grandes chances de que sua autoridade já não seja mais reconhecida dentro da corporação.
7. Foi para o escanteio
Não foi chamado para uma reunião? Suas opiniões não são ouvidas? Cuidado. Você pode já estar esquentando o banco de reservas. "Ser convocado para participar, significa estar dentro. Parar de ser chamado para decisões que antes faziam parte da sua rotina é sinal de que está sendo deixado de escanteio ou já está fora da jogo", afirma Miranelli.
8. Menos projetos
A redução de atribuições dentro da companhia também pode ser um vestígio de que seus serviços já não são úteis para a empresa. O cenário é clássico. Aos poucos, os projetos que estavam sob sua responsabilidade são transferidos para outros funcionários, seus subalternos são requisitados para outras áreas ou você é enviado para algum projeto especial de curta duração.
9. Relações antiéticas
Ferir o código de conduta da empresa ou se envolver em questões antiéticas é um passaporte certeiro para ser eliminado do quadro de funcionários. Se seu escorregão foi digno de um escândalo dentro da corporação, é bom se preparar para o pior.
10. Cursos cancelados
Um indicativo claro de que a companhia não aposta mais em sua carreira é quando você não é mais foco dos investimentos em cursos de qualificação profissional. Se sua certificação foi cancelada ou você foi o único do setor a não ser convocado para algum treinamento, há boas razões para cultivar uma pulga atrás da orelha.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
Dados Socieconômicos da Mulher
Dados Socieconômicos da Mulher
Fonte: ABRH - Associação Brasileira de Recursos Humanos
“Foi sancionada pela presidência da República, no último dia 12, a Lei nº 12.227, que cria o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher. De autoria da deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), a iniciativa tem como objetivo reunir, em um só documento, dados socioeconômicos e informações relativas a políticas públicas voltadas às mulheres no Brasil. Entre outros dados, o relatório deverá conter a taxa de emprego formal por setor de atividade, número de vítimas de violência física, sexual ou psicológica, índice de participação trabalhista em ambientes insalubres, proporção das mulheres chefes de domicílio e cobertura previdenciária oficial para trabalhadoras ativas e inativas.
Além de obrigar o Poder Executivo a reunir esses dados, a medida possibilitará que a sociedade acompanhe e fiscalize as ações do governo voltadas para as mulheres, bem como servirá de base ao planejamento de novas políticas públicas de gênero.”
http://www.abrhsp.org.br/pdf/2010/pagina18abr10.pdf
Segue Lei na íntegra publicada no Diário Oficial da União de 13.04.2010:
LEI Nº 12.227, DE 12 DE ABRIL DE 2010
DOU 13.04.2010
Cria o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher.
O VICE-PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º É instituído o Relatório Anual Socioeconômico da Mulher - RASEAM, que compreenderá os seguintes dados relativos à população feminina no Brasil:
I - taxa de emprego formal, por setor de atividade;
II - taxa de participação na população economicamente ativa e no pessoal ocupado e desocupado;
III - taxa de desemprego aberto, por setor de atividade;
IV - taxa de participação no pessoal ocupado, por setor de atividade e posição na ocupação;
V - rendimento médio real das mulheres ocupadas, por setor de atividade e posição na ocupação;
VI - total dos rendimentos das mulheres ocupadas;
VII - número de vítimas de violência física, sexual ou psicológica;
VIII - índice de participação trabalhista em ambientes insalubres;
IX - expectativa média de vida;
X - taxa de mortalidade e suas principais causas;
XI - taxa de participação na composição etária e étnica da população em geral;
XII - grau médio de escolaridade;
XIII - taxa de incidência de gravidez na adolescência;
XIV - taxa de incidência de doenças próprias da mulher e daquelas sexualmente transmissíveis;
XV - proporção das mulheres chefes de domicílio, considerando escolaridade, renda média, acesso à eletricidade, água tratada, esgotamento sanitário e coleta de lixo;
XVI - cobertura previdenciária oficial para trabalhadoras ativas e inativas;
XVII - disposições dos tratados e das conferências internacionais pertinentes de que o Brasil seja signatário ou participante;
XVIII - quaisquer outras informações julgadas relevantes pelo órgão responsável pela elaboração e publicação do Raseam.
Art. 2º Para aplicação do disposto no art. 1º desta Lei serão considerados:
I - pesquisa nas regiões metropolitanas de Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo, Brasília, Cuiabá, Belém, Manaus, Fortaleza e Curitiba;
II - setor de atividade: indústria de transformação, construção civil, comércio, serviços e outras atividades;
III - posição na ocupação: com Carteira de Trabalho e Previdência Social - CTPS, sem Carteira, conta própria e empregadora.
Parágrafo único. No ano subsequente à realização do Censo Demográfico, a amostragem inscrita no inciso I do caput deste artigo abrangerá todos os municípios brasileiros.
Art. 3º Para os efeitos desta Lei, os dados inscritos no Raseam serão publicados anualmente.
Art. 4º Os dados do Raseam terão por base as informações e os levantamentos:
I - da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, por meio da realização do Censo Demográfico, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD e da Pesquisa Mensal de Emprego - PME;
II - do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - IPEA;
III - da Presidência da República;
IV - do Ministério do Trabalho e Emprego;
V - do Ministério das Relações Exteriores;
VI - do Ministério da Justiça;
VII - do Ministério da Saúde;
VIII - do Ministério da Educação;
IX - do Ministério da Previdência Social;
X - de outras instituições, nacionais e internacionais, públicas e privadas, que produzam dados pertinentes à formulação e à implementação de políticas públicas de interesse para as mulheres.
Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 12 de abril de 2010; 189º da Independência e 122º da República.
JOSÉ ALENCAR GOMES DA SILVA
Nilcéa Freire
Fonte: DOU
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Driblando o Estresse


terça-feira, 30 de março de 2010
Medo do Desemprego Diminui no País
Fonte: Você S/A
Segundo a pesquisa "Medo do Desemprego", divulgada nesta segunda-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o temor pelo emprego no primeiro trimestre de 2010 registrou queda de 4,1% em relação ao último trimestre de 2009, atingindo 82. Esse valor é o menor desde o início da série histórica de 2003, período no qual o índice marcou 110 pontos. Realizado entre os dias 6 e 10 de março, o levantamento levou em consideração 2.002 entrevistados. Desse total, 53% respondeu não temer o desemprego e apenas 15% disseram estar com muito medo de um corte. No trimestre anterior os índices foram 50% e 19%, respectivamente.
Quer saber mais?:
Fonte: ZAP: http://www.zap.com.br/revista/empregos/ultimas-noticias/medo-de-desemprego-diminuiu-diz-pesquisa-da-cni-20090625/
Fonte: JB Online: http://jbonline.terra.com.br/pextra/2010/03/22/e220318088.asp
